sexta-feira, 10 de setembro de 2010

La historia:

"Érase un chico muy hermoso e inteligente. Érase una chica loca y exigente.
Un día, los dos se encontraron, se conocieron, se amaron.
La chica quería casarse, el chico aventurarse.
Se apartaron y decidieron vivir lejos, pero a ellos el amor les molestaba.
Después de un año, la chica se casó, se embarazó.
El chico se enfeó.
Apenas se encontraron y el amor renació.
Pero... ¿qué hacer ahora?
Después de todo que pasó, siéntate y llora.
No.
El amor les daba otra oportunidad.
La solución era que los dos salieran de la ciudad.
Érase un matrimonio. Érase una familia.
Otra familia se creó.
El hijo nació.
La pareja siguió enamorada.
Ahora eran ya
Un hombre feo y una mujer centrada.
Padre eficiente, madre competente.
El hijo... por sus padres amado
Sin saber la verdad...
Que por el hombre feo no había sido generado.
A lo largo del tiempo, el chico creció.
Hizo viajes y también se enamoró.
Érase un chico loco y encantador... Érase una chica inteligente que vivía sin amor.
En la universidad se conocieron...
En el bar se gustaron...
En el cine se encontraron...
En la playa se amaron.
Eran ya una pareja, un solo cuerpo cuando se presentaron a sus familias.
"Una buena chica", dijo la madre del chico.
"Un joven promisor", dijo el padre de la joven.
Al día del noviazco, las familias se conocieron.
Una cena íntima, una charla familiar.
Un encuentro inesperado
Una noticia inusitada.
La madre del chico vio a su marido de mano con la madre de la chica.
Quiso huir... inútil. Ya la habían reconocido.
"¡¿Eres tú la madre de este guey?!"
La verdad los pegó a todos...
Una gran tormenta.
Los jóvenes no sabían qué hacer...
Ya era un hecho consumado.
¡Incesto!
El padre verdadero intentó explicar todo a su hijo...
No le dio oídos.
La madre de la chica lloraba como un niño.
La chica se escapó.
¿Dónde estarían los dos jóvenes acusados de incesto?
Allí, caminando a la orilla del mar,
Se dieron las manos.
Caminaron...
Y nunca más volvieron".


- ¿Qué les pareció? 

¿Una historia triste? Tal vez... pero muestra las consecuencias del adiamiento de un amor. No lo dejen pasar... puede que no ocurra así... puede que peor, puede que mejor. Nunca es temprano para amar... tampoco es tarde. 
Siempre es tiempo de amor. Vivir es amar. Aunque existe algunas imposibilidades, aunque nada es perfecto... AMA. 
Otro día mi profe mi dijo que "el amor sobrevive de las imposibilidades, existe de las idas y venidas".
Entonces el amor no se viene, tampoco se va. Siempre está ahí... él se construye de eso. El amor no es una imposibilidad, él vive de ellas. Cuanto más se tiene obstáculos, más amor hay.

No sé porqué estoy tan romántica así... en verdad, no estoy. Pero me dio ganas de hablar de eso.

Besos... hasta pronto.

La creída
 

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Yo no sé...

el dueño de este blog es loco y, simplemente, desapareció en el polvo... en el mundo... en el universo.
Debo confesar que lo extraño... de verdad. Él, tal vez, no me crea... sí porque soy un tanto rara y eso no le gusta ni un poquetín. Pero él me conoce y sabe que, a veces, digo "te odio" cuando, en verdad, quiero decir "te quiero".

Bueno, sólo para fines de actualización, digo que él (Felippe) está estudiando mucho... alguien necesita estudiar, para trabajar bien y ganar dinero... y así poner la comida en la boca de los críos. Yo le avisé antes... ahora tendrá de aguantarlos. jejejejejeje...

Sé que les prometí una historia (¿o no fue aquí?), pero hoy no tengo ganas de contarsela. Todavía voy a bañarme, lavarme los dientes... seguiré en internet... pero no haciendo bromas para ustedes... 

Vuelvo muy pronto al mesenger...

(creo que estoy estropeando todo el sentido de este blog... jajajaja... pero a su dueño le da igual... ya no se importa con el blog, tampoco conmigo).

Sólo para encerrar: - Quiero mi huevo Kinder.

Besitos...

La creída

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Vacaciones...

Pues... el dueño de este blog está de vacaciones... sin inspiración para escribir algo. En verdad, su problema es nada más que PEREZA. Bueno, como soy una persona de buen corazón y de una generosidad tamaña (de mismo modo que humildad), me ofrecí (en verdad, impuse) para contribuir con algunas de mis palabras.

Es obvio que no sé escribir, que no tengo sensibilidad poética o cosa así, pero me da igual... lo que más me encanta en las palabras es el poder atemporal que tienen sobre uno. A ver, un hecho se puede durar por un largo tiempo... pero la palabra es eterna.

Eso será, probablemente, el tema de mi próximo postaje... eso si el dueño oficial no decidir volver a su arte. Voy a dejarlos con mis vanas palabras y promesas de un regreso.

¡Hasta muy pronto, gueys!

(Felippe, sal de estas vacaciones... ya me estás cansando.)

La creída...
 

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Desejada Viagem de Trem


Que ande comigo no mesmo trem
Que esteja sempre ao meu lado
Que me faça sentir que sou amado
E que saiba que amo também

Que ande comigo no mesmo trem
Que viaje pelos mesmos caminhos
Que passe comigo pelo meio dos espinhos
E que possamos ir além

Que ande comigo no mesmo trem
Que não reclame da viagem
Que saiba que não estamos só de passagem
E que só se preocupe com o que convém

Que ande comigo no mesmo trem
Que veja o sol e veja a lua
Que estejamos no meio da rua
E me ouça dizer que quero bem

Que ande comigo no mesmo trem
Que acorde com um sorriso
Que é tudo que preciso
Para ter um dia melhor que os últimos cem

Que ande comigo no mesmo trem
Que diga sim no momento sagrado
Que saiba que nunca deixarei de lado
E que sejamos felizes para sempre. Amém.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Moça

Por um momento fiquei tonto.

Não estou passando mal ou algo assim.

Foi sua presença que me pegou e pronto.

Me arrebatou e me deixou, enfim.



Seus olhos penetraram

Em lugares que ainda acredito que não existam.

Sei que pesadelos ficarão

Por mais que todos os sonhos insistam.



Estava naquele vestido preto,

Olhando para o mar.

Nunca tinha visto nada parecido,

Nem mesmo ao delirar.



Estive muito tempo espreitando,

Mas o vento trouxe até mim

O seu precioso perfume

Que é mais doce que o de qualquer jardim.



Perdi a noção de tempo,

Espaço ou coisa que o valha.

Parecia que minha mente

Havia se reduzido a palha.



Fiquei petrificado,

Completamente paralizado.

Então seus olhos me viram,

Por seu sorriso fui alcançado.



Não sei o que a fez sorrir,

Sei que não tenho esse poder.

Mas quando sua voz me tocou os ouvidos,

Todo meu corpo se pôs a tremer.



Aquela visão celestial ofuscou minha vista.

Não vi que estava muito perto.

Estava apenas olhando

Com meu peito aberto.



Não tive medo.

Sabia que não era como eu.

Mesmo assim fiquei ali.

Sua alma me envolveu.



Me disse algo incompreensível,

Nossas línguas não se conheciam.

Mas meu instinto sensível

Disse o que nossos corações já sabiam.



Não ficaríamos juntos,

Por mais que tenha nascido para amá-la.

Era e sempre foi o destino.

Sem saber o que é horóscopo, astrologia ou cabala



Ao vê-la se distanciar,

Minha voz começou a aparecer.

Falei que a amava,

Mas ela se pôs a correr.



Talvez porque não pudesse

Se relacionar com um selvagem como eu.

Mas nossas almas haviam se entrelaçado

Tão certo como a Terra girou e o Sol nasceu



Foi-se, então,

A bela que nunca mais vi.

O pesadelo é sempre o mesmo:

Ela partindo enquanto continua a sorrir.

sábado, 24 de julho de 2010

Madrugada Telefônica²

E então, após uma curta conversa pelo msn, resolvi ligar. Queria ouvir sua voz, queria sentir seu pensamento em mim, queria dizer que estava pensando nela, mas ouvi, senti e disse muito mais que isso.

É meio estranho ouvir, logo de cara, "Tá maluco?!" Mas a culpa foi minha de não ter avisado. Não pude e não quis esperar. Precisava tanto de sua voz como as plantas precisam do sol.

Não pensei que a ligação se tornaria tão boa. A ligação telefônica mostrou outra ligação que compartilhamos. Algo que junta duas almas, sintoniza duas mentes...

Por mais que houvessem os momentos tristes, por causa da situação explanada na conversa, houveram os momentos bons, os momentos muito bons e momentos incríveis!

Ouvi sua voz, suas risadas, sua respiração, seu silêncio... Ouvi sua mente, senti seu calor, seu cheiro... Sim, pelo telefone! Eu consegui após algumas tentativas.

Lembrei momentos bons, momentos ruins. Lembrei muitos momentos! Os primeiros, os últimos, os sonhados...

Chorei, sorri, senti frio, calor... E senti seu amor! Senti que tudo foi mais do que imaginei. Nada do que já disse chega perto do que recebi. Não apenas na ligação, em todos os momentos.

A ligação era a respeito de tudo. De tudo que entreguei, de tudo que recebi, de tudo que fiz e não fiz, e do que foi feito a mim. Era a respeito de uma época em que, não importava o que acontecia, estávamos lá. Mesmo com os "nãos", os "não mais" e os "dessa vez é sério", continuamos até onde podíamos.

Me entreguei a algo que me fez crescer, me fez mudar. Me entreguei a alguém que me fez sonhar, me fez delirar. Fui seu por todo esse tempo.

Revelações...

Fiquei sabendo de coisas que nem imaginava. Tive a certeza de que fui alguém a mais e não apenas mais alguém. Soube que, por mais que fosse o mesmo bobo e estranho, fiz bem. Ah... e como me senti bem...

Soube que, no fim, nem tudo que eu tinha imaginado era ilusão. Meu medo não foi te perder, meu medo foi que eu não tivesse você, em nenhum dos momentos. Mas soube que meu medo que era a ilusão. Minha imaginação me enganava por meios que eu imaginava estarem certos.

Mas a ligação não foi apenas sobre o que passou. Foi sobre o que havia na hora. Naquele momento sublime em que uma alma toca a outra. Os fios da linha telefônica apenas simbolizavam a ligação que havia ali. Senti seu coração abraçado ao meu. Senti que você também sentia algo assim. Seus suspiros não negavam.

Ouvi coisas importantes. Que me fizeram esquecer a hora, esquecer onde estava... Fizeram meus olhos entregarem suas pérolas...

Disse "Eu te amo" como nunca pude dizer antes. Minha alma, meu espírito e meu corpo se juntaram para trazer à minha voz aquela energia, que seria capaz de iluminar galaxias, e entregar a você...

Quando ouvi "Eu te amo", tudo flutuou... A energia se tornou mais forte do que eu imaginava. A alma, o espiríto e o corpo, que estavam tão juntos, dançaram ao som da música mais linda do universo, tocada por um instrumento perfeito, criado pelo Ser Supremo.

Enfim... Provei, foi-me provado... Foi lindo...

Mas nem tudo acabou. Por mais que uma fase incrível, problemática e linda tenha terminado, continua uma amizade que não se acabará. Algo criado pelo que junta e ninguém separa.

Quero que você saiba que também sempre estará aqui. E eu estarei onde precisares, com meu coração, com meu carinho, com meu ombro, com meu sorriso... ("huf" =P)

Te amo.




P.S.: Eu só consegui desligar por volta de 4:30 da manhã... Meus pais não sabem... Pretendo fazer com que continuem sem saber... Espero que não me cobrem... Mas pagaria feliz todos os centavos que isso me custasse...

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Papo Com a Lua

Conversei com a Lua esses dias. Ela disse que havia sonhado. Eu não sabia que a Lua sonhava. Mas também não sabia que ela podia conversar, então...

A Lua sonhou com um ser. Mais belo que ela. Ela, no primeiro momento, acreditou que estivesse sonhando com o Sol, seu amante eterno. Mas percebeu que o brilho desse ser era mais forte, mais vivo, mais humano! Sim, era um ser humano. E foi aí que ela percebeu que era um sonho. "Humanos não tem esse brilho", pensou.

Ao acordar para trabalhar, mais cedo que o normal, sentiu algo que chamava a sua atenção. Sem saber o que era, virou se a tempo de ver o brilho do seu sonho atenuando-se. Pensou em correr em sua direção! Mas não podia. Se atrasaria para o trabalho.

Passou toda aquela noite pensando naquele brilho. Seria mesmo de um ser humano? Seria isso possível? Ou estaria sonhando novamente? Pensou tanto que quase se esqueceu de seu amado, o Sol.

Percebendo a aflição de sua amante, o Sol perguntou o que havia. Ela lhe explicou tudo que ocorrera, com todos os detalhes. Mas o Sol, em sua força, robustez e altivez, não quis acreditar. Explicou à Lua que haviam poucas coisas que brilhavam mais que ele. E nenhuma delas era um simples ser humano.

A Lua, como amante incondicional, e confiante em seu amado, acreditou. Mesmo que ainda tivesse aquela linha de dúvida em seu coração.

No dia seguinte, enquanto dormia, teve o mesmo sonho. O mesmo ser lhe aparecia. Ela se sentia mais viva, brilhava mais... E então acordava, quase na hora do trabalho, mas a tempo de ver, novamente, aquele raio de brilho incomparável.

No outro dia, a mesma coisa. E no outro. No outro também. Até que começou a se atrasar para o trabalho. O sonho era tão bom que ela não sentia vontade de acordar. Até o dia que ela dormiu o dia inteiro e a noite também. Faltou ao trabalho.

O Sol preocupou-se. Não era normal que sua esposa faltasse ao trabalho. Então procurou-a e quis saber o motivo de tudo isso. Quase explodiu de raiva quando soube do motivo. A mesma coisa de brilho impossível a um ser humano. Foi trabalhar e acabou aquecendo muito o sudeste. Quem não trabalhou no dia, foi à praia. Quem trabalhou, ligou o ar-condicionado no máximo. Um bueiro estourou, pessoas passaram mal... Toda aquela coisa que acontece quando o Sol resolve se esquentar.

De noite, ao sair para trabalhar, a Lua estava meio deprimida, meio apagada... Eu, como gosto de observá-la, percebi. E em minha inocência pronunciei a pergunta "Por quê?"

Para meu espanto, a Lua respondeu! Começamos a conversar e ela logo me contou o que a afligia. Me disse também que sentia algo em mim que lembrava o ser brilhante. Esse foi o motivo de ter respondido. Ela sabia que eu a ajudaria.

Mas eu já tinha uma reposta para seu questionamento assim que começou a me contar o que havia:

- Eu conheço alguém que, para mim, brilha desse forma. Não sei se é a mesma pessoa, mas não custa tentar.

Ela logo se animou. Mas fiz com que me prometesse que continuaria trabalhando normalmente após conhecer esse alguém. Que não deixaria o Sol e que seria feliz enquanto existisse, mesmo sem poder seguir o ser dono do brilho.

Então marquei com ela numa noite, em uma praia legal, para que visse o ser. Fui então, naquela noite, com uma amiga minha a essa praia. Uma amiga conhecida de vocês.

E foi a primeira vez que vi a Lua chorar de emoção.